Contra a correnteza

“No passado vocês já gastaram tempo suficiente fazendo o que agrada aos pagãos. Naquele tempo vocês viviam em libertinagem, na sensualidade, nas bebedeiras, orgias e farras, e na idolatria repugnante. Eles acham estranho que vocês não se lancem com eles na mesma torrente de imoralidade, e por isso os insultam. Contudo, eles terão que prestar contas àquele que está pronto para julgar os vivos e os mortos” (1Pedro 4.3-5).

Leia esse texto bíblico novamente. Como ele é atual, não é mesmo? Pedro descreve a situação da maioria dos discípulos de Jesus, principalmente dos recém e novos convertidos. É a luta entre o passado de pecados e o presente de santidade. E nessa luta, há uma grande pressão da parte dos “pagãos” para que não paremos de fazer o que lhes agrada, o que consideram correto.

No processo de santificação, à medida que deixamos as práticas imorais deste mundo, nossos amigos, familiares, colegas e conhecidos nos estranham, chegando ao ponto de se levantarem contra nós com insultos. Que pressão! Que luta! Muitos julgam isso como insuportável e pensam em desistir, em voltar atrás. Outros, convictos de que estão no caminho certo, não cedem às pressões e seguem em frente, mesmo feridos com os golpes daqueles que lhes são importantes.

Na luta pela nova vida, devemos ter em mente a quem prestaremos contas no final. Quem é a autoridade maior sobre a sua vida, a quem você deverá satisfações? Preocupe-se em agradá-la e fazer a sua vontade. Se a resposta é Deus, independentemente das resistências humanas, mundanas e malignas, não desista até cruzar a linha de chegada. Lembre-se do fenômeno da piracema. Apenas os peixes vivos e fortes conseguem nadar contra a correnteza. Os fracos e mortos se deixam levar por ela.

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Sobre insightscristaos

Samyr Trad é teólogo, administrador e pastor na Igreja Batista Central de Belo Horizonte.
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Uma resposta para Contra a correnteza

  1. Wânia Peixoto disse:

    Dura realidade!
    Não para os que sofrem todos os dias e se tornam peixes fortes, mas
    para os que se sentem fortes nos prazeres ilusórios de hoje…

    Curtir

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