O ministério, a maternidade e a paternidade

“Embora, como apóstolos de Cristo, pudéssemos ter sido um peso, fomos bondosos quando estávamos entre vocês, como uma mãe que cuida dos próprios filhos. Sentindo, assim, tanta afeição por vocês, decidimos dar-lhes não somente o evangelho de Deus, mas também a nossa própria vida, por que vocês se tornaram muito amados por nós. (…) Pois vocês sabem que tratamos cada um como um pai trata seus filhos, exortando, consolando e dando testemunho, para que vocês vivam de maneira digna de Deus, que os chamou para o seu Reino e glória”  (1Tessalonicenses 2.7-8;11-12).

Na medida em que os dias se passam, no exercício do ministério ao qual Deus me chamou, tenho ainda mais forte e consolidada a sensação de que Ele está me treinando para, dentre tantas coisas, ser pai. O ministério do Reino de Deus, de gerar, formar e desenvolver discípulos de Jesus, pode ser comparado à parternidade e maternidade. Assim, desses dois papéis fundamentais para a sociedade humana, podemos extrair diretrizes sobre como realizar o ministério do Reino, seja como líder de célula, discipulador/supervisor, ou pastor.

O apóstolo Paulo, nos versículos acima citados, ao comparar o seu ministério com a maternidade e a paternidade, aponta algumas qualidades maternais e paternais que devem caracterizar o ministro do Reino. Da mãe, ele extrai a bondade, cuidado, afeição e abnegação que lhe são peculiares. Do pai, ele destaca a exortação, o consolo e o exemplo que lhe devem ser próprios. Do ministro, espera-se essas sete (e outras) características, de modo que ele possa gerar muitos filhos saudáveis para a família de Deus.

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Sobre insightscristaos

Samyr Trad é teólogo, administrador e pastor na Igreja Batista Central de Belo Horizonte.
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Uma resposta para O ministério, a maternidade e a paternidade

  1. Rogério Matos disse:

    Nos faz refletir sobre o crescimento da igreja, ou seja, crescer de maneira saudável implica em cuidado conforme citado no texto; (bondade, afeição, abnegação, exortação, consolo etc) e não simplismente levar pessoas aos cultos e celulas para constar como quantidade.

    Rogério

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