Terminei de ler hoje o livro A Prática da Presenças das Pessoas, de Mike Mason, publicado pela Editora Palavra. Trata-se de um livro que fala sobre o amor ao próximo, sobre como se relacionar com as pessoas. A tese do autor é que o relacionamento com as pessoas deve se dar em uma dinâmica semelhante à do relacionamento com Deus. Se devo buscar a Deus, também devo buscar às pessoas. Se devo falar e ouvir a Deus, também devo falar e ouvir às pessoas. Se devo separar na minha agenda um período para estar com Deus, também devo separar em minha agenda um período para estar com as pessoas. Se amar a Deus é o primeiro mandamento, amar ao próximo é o segundo e, de acordo com Jesus, primeiro e segundo são semelhantes. Além disso, o apóstolo João ensinou que o amor a Deus é demonstrado pelo amor ao próximo. A face de Deus está concretizada na face do próximo, como nos ensinou também Madre Teresa de Calcutá. Recomendo o livro para aqueles que querem aprender a se relacionar melhor com as pessoas.
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Obrigado pela dica tão preciosa Samyr. Vou comprar este livro e ler. Volto a pedir que, por favor, quando tiver oportunidade pregue sobre este assunto…vejo muitos problemas de relacionamentos interpessoais na igreja porque as pessoas não colocam a Palavra de Deus em prática.
Deus continue te abençoando em nome de Jesus.
Rogério
Muito obrigado pelas palavras de incentivo, Rogério. Abraço, Samyr
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A graça e a paz do Senhor Jesus Cristo estejam com o irmão.
Não conheço este livro. Vou anotar a dica. Mas está me cheirando a filosofismo bibleiro (uma das modas pseudo teológicas lançadas nas igrejas pelo astutíssimo e criativíssimo senhor Satanás). Olha, eu tenho andado estarrecido como Satanás sutilmente conseguiu trocar os fundamentos da fé cristã por coisas bonitas, comoventes e envolventes enganando a praticamente todos. Incrível, por exemplo, como que ele conseguiu trocar o arrependimento pelo “relacionamento” (esta palavra está na moda também dos pregadores modernos adeptos dos filosofismos e psicologismos bibleiros neste neo-cristianismo de hoje). Não acredito de jeito nenhum que o amor ao próximo seja algo executado a partir de alguma auto-motivação ou auto-programação metodológicas (como pregam na Seicho-no-ie por ex.). Eu ainda insisto em dizer e, resistirei se necessário for usando até a força, que a capacidade de amar (no sentido cristão da palavra) é um fenômeno absolutamente espiritual e só é adquirida pela morte e pelo novo nascimento e batismo no espírito.
Antecipei o que creio; mas vou dar uma conferida.
Cuida de ti! Guarda a fé!
Paz do Senhor.
José Geraldo.