A libertação de um menino endemoninhado

Introdução:

Quebra-gelo: Você já viu uma pessoa endemoninhada? Como foi essa experiência? Conte essa história para o grupo.

Na lição de hoje, vamos ser ministrados por um texto bíblico que nos apresenta a história da libertação de um menino endemoninhado.

Desenvolvimento:

Texto-base: Marcos 9.14-29

Qual é, em sua opinião, o maior destaque desse texto? O que mais lhe chamou a atenção?

  • O fato de os discípulos de Jesus não terem conseguido expulsar o espírito do menino

O texto bíblico nos diz que um homem, do meio de uma multidão que estava ao redor de alguns discípulos de Jesus que discutiam com mestres da lei, disse a Jesus: “Mestre, eu te trouxe o meu filho, que está com um espírito que o impede de falar. Onde quer que o apanhe, joga-o no chão. Ele espuma pela boca, range os dentes e fica rígido. Pedi aos teus discípulos que expulsassem o espírito, mas eles não conseguiram” (VV.17-18). Em sua opinião, por que os discípulos de Jesus não conseguiram expulsar o espírito do menino?

  • A resposta de Jesus ao pai do menino 

Em resposta à fala daquele pai, Jesus disse: “Ó geração incrédula, até quanto estarei com vocês? Até quando terei que suportá-los? Tragam-me o menino” (v.19). Em sua opinião, o que Jesus quis dizer com essa resposta? A quem ele estava se dirigindo: ao pai do menino, aos discípulos ou à multidão? 

  • Uma segunda resposta de Jesus ao pai do menino 

O menino foi levado a Jesus. Quando o espírito que nele estava viu Jesus, causou-lhe uma convulsão. Jesus, então, perguntou ao pai há quanto tempo o menino estava assim. O pai lhe respondeu que desde a infância e pediu a Jesus que tivesse compaixão e o ajudasse se assim pudesse. A isso, Jesus respondeu: “‘Se podes?’, disse Jesus. ‘Tudo é possível àquele que crê’” (v.23). Em sua opinião, o que Jesus quis dizer com essa segunda resposta? 

  • A imediata exclamação do pai do menino 

Imediatamente após essa resposta de Jesus, o pai do menino exclamou: “Creio, ajuda-me a vencer a minha incredulidade!” (v.24). Em sua opinião, qual o significado da exclamação do pai do menino? É possível crer e ter incredulidade ao mesmo tempo? 

  • A resposta de Jesus à pergunta de seus discípulos 

Após a expulsão do espírito que estava no menino, quando estavam em casa, os discípulos de Jesus lhe perguntaram em particular: “Por que não conseguimos expulsá-lo?” (v.28). Jesus respondeu: “Essa espécie só sai pela oração e pelo jejum” (v.29). Pense novamente, por que os discípulos de Jesus não conseguiram expulsar o espírito do menino? O que Jesus quis dizer com a resposta dada? 

Quais são as lições que podemos extrair dessa história para as nossas vidas? 

1. Jesus tem poder para libertar pessoas de espíritos malignos 

O pai do menino disse a Jesus: “Se podes fazer alguma coisa, tem compaixão de nós e ajuda-nos” (v.22). Ao que Jesus respondeu: “Se podes?” (v.23). Após isso, Jesus “repreendeu o espírito imundo, dizendo: ‘Espírito mudo e surdo, eu ordeno que o deixe e nunca mais entre nele’. O espírito gritou, agitou-o violentamente e saiu” (v.25-26). 

A Bíblia diz, em Lucas 4.18-19, referindo-se a Jesus: “O Espírito do Senhor está sobre mim, porque ele me ungiu para pregar boas novas aos pobres. Ele me enviou para proclamar liberdade aos presos e recuperação da vista aos cegos, para libertar os oprimidos e proclamar o ano da graça do Senhor” (grifos do autor). Jesus tem poder para libertar pessoas de espíritos malignos. Ele fez isso com o menino endemoninhado do texto bíblico desta lição. Ele continua a fazer isso hoje. 

2. Tomamos posse do poder de Jesus para libertar por meio da fé 

Por que os discípulos de Jesus não conseguiram expulsar o espírito do menino? O texto bíblico nos oferece duas opções para isso. Vamos tratar neste ponto apenas de uma delas. A primeira razão poderia ser a incredulidade dos discípulos, do pai do menino e/ou da multidão quanto ao milagre. Após ouvir o pai do menino dizer que os seus discípulos não haviam conseguido expulsar o espírito, Jesus disse, na presença dos discípulos, do pai do menino e da multidão: “Ó geração incrédula, até quando estarei com vocês? Até quando terei que suportá-los?” (v.19). Em continuidade a essa fala, alguns momentos depois, em resposta ao pedido do pai do menino por ajuda, Jesus disse: “Se podes? (…) Tudo é possível ao que crê” (v.23). 

Com essa resposta, Jesus estava querendo dizer que a questão não era se ele tinha poder ou não para libertar aquele menino. A questão era se havia fé no coração do pai e, até mesmo, de seus discípulos e da multidão, de que aquilo poderia acontecer. Jesus é poderoso para libertar pessoas de espíritos malignos. Entretanto, isso se torna realidade em nossas vidas por meio da fé, ou seja, quando cremos, tomamos posse do poder de Jesus para libertar. 

3. Querer crer é o primeiro passo para se ter fé 

Às palavras de Jesus, “Tudo é possível àquele que crê” (v.23), o pai do menino imediatamente exclamou: “Creio, ajuda-me a vencer a minha incredulidade!” (v.24). Isso pode querer dizer que, apesar de estar incrédulo, o pai daquele menino queria crer, e estava reconhecendo que precisava de ajuda para isso. Essa atitude é o primeiro passo para o desenvolvimento da fé no coração. Aliás, a fé não é algo que temos “pronto e acabado”. A fé é algo a ser desenvolvido mediante a prática, semelhantemente aos músculos do corpo. Quanto mais um músculo é exercitado, maior, mais forte e flexível ele fica. O mesmo se dá com a fé. Quanto mais a exercitamos, mais consistente e madura ela se torna. 

4. A oração e o jejum conferem poder para a expulsão de espíritos malignos 

Por que os discípulos de Jesus não conseguiram expulsar o espírito do menino? A segunda opção que o texto bíblico nos oferece, a partir da resposta de Jesus à pergunta feita pelos discípulos (v.28), aponta para a oração e o jejum. Jesus disse: “Essa espécie só sai pela oração e pelo jejum” (v.29), o que queria dizer que os discípulos, por não estarem em oração e jejum, não puderam expulsar o espírito do menino. Entretanto, o que isso queria dizer exatamente? 

Vamos tentar entender a resposta, primeiramente, no que se refere à oração. O que é orar? O conceito mais simples de oração é “falar com Deus”. Não se tratando da expulsão de um espírito uma oração, já que não são palavras ditas a Deus, mas, sim, ao espírito maligno em questão (por exemplo, Jesus disse ao espírito imundo que estava no menino: “Espírito surdo e mudo, eu ordeno que o deixe e nunca mais entre nele”, v.25), qual a participação da oração na libertação de uma pessoa? A resposta pode estar na comunhão com Deus. O que Jesus pode ter querido dizer é que a libertação de uma pessoa só pode ser ministrada por alguém que esteja em comunhão com Deus. Jesus era alguém que tinha comunhão com o Pai não apenas por também ser Deus e, assim, ser um com o ele. Sua comunhão com Pai também estava baseada no fato de ser um homem de oração. Vários textos no Evangelho segundo Lucas nos apresentam Jesus orando ao seu Pai (por exemplo, Lucas 3.21; 5.16; 6.12). No que se refere ao jejum, trata-se de uma disciplina espiritual geralmente associada à oração e que, de acordo com as palavras de Jesus, confere poder espiritual extraordinário a quem o pratica. Preferencialmente, o jejum deve ser praticado para a oração, ou seja, deve-se jejuar para orar. Quando se está em jejum, misteriosamente, a comunhão com o Pai é intensificada e a autoridade espiritual para ministrar é aumentada. 

O que Jesus quis dizer com essa resposta, então, foi que, para se expulsar um espírito maligno, é necessário estar em comunhão com Deus e ter autoridade espiritual para isso, o que é provido ao crente por meio da oração e do jejum. Em Atos 19.13-16, está registrada uma história curiosa quanto a isso. O texto diz: “Alguns judeus que andavam expulsando espíritos malignos tentaram invocar o nome do Senhor Jesus sobre os endemoninhados, dizendo: ‘Em nome de Jesus, a quem Paulo prega, eu lhes ordeno que saiam!’. Os que estavam fazendo isso eram os sete filhos de Ceva, um dos chefes dos sacerdotes dos judeus. Um dia, o espírito maligno lhes respondeu: ‘Jesus, eu conheço, Paulo, eu sei quem é; mas vocês, quem são?’. Então o endemoninhado saltou sobre eles e os dominou, espancando-os com tamanha violência que eles fugiram da casa nus e feridos”. Por que os filhos de Ceva não conseguiram expulsar o espírito maligno e, ainda por cima, foram agredidos por ele? Certamente, porque lhes faltava comunhão com Deus e autoridade espiritual para tanto. 

Conclusão: 

Você se sente, ou percebe, preso e oprimido por espírito malignos? Gostaria que a célula orasse por você? 

Você crê que Jesus tem poder sobre espíritos malignos? Se, sinceramente, não, gostaria de ter essa fé? 

Você tem por hábito orar e jejuar? Está em comunhão com Deus e percebe que tem autoridade espiritual para ministrar em nome de Jesus?

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Sobre insightscristaos

Samyr Trad é teólogo, administrador e pastor na Igreja Batista Central de Belo Horizonte.
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10 respostas para A libertação de um menino endemoninhado

  1. marco antonio alves de souza disse:

    pastor samir,gostei muito das suas analises a respeito do assunto, porem queria lhe pedir um favor, gostaria de saber mais a respeito do jejum e da oraçao, para obter um cresçimento espiritual e de fe por nosso senhor,obrigado.
    marco antonio

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  2. RFPrAc disse:

    Olá Pr. Samyr, parabéns pelo site e pela oportunidade de poder compartilhar o evangelho conosco.

    Em relação a essa lição me ficou uma dúvida e um questionamento a respeito do que foi dito.

    Há 2 citações em que não encontro base bíblica para a Nova Aliança:
    - “4. A oração e o jejum conferem poder para a expulsão de espíritos malignos ”
    - “O que Jesus quis dizer com essa resposta, então, foi que, para se expulsar um espírito maligno, é necessário estar em comunhão com Deus e ter autoridade espiritual para isso, o que é provido ao crente por meio da oração e do jejum.”

    Como disse, não consigo encontrar base bíblica (na Nova Aliança) para situações em que alguém esteja endemoninhado e eu necessite estar em jejum para expulsar o demônio.
    De acordo com o texto citado (na lição), a autoridade e o poder para tal me são dados através de jejum e oração.
    Mas em Marcos 16:17 Jesus diz que expulsar demônios faz parte dos sinais que acompanham aqueles que (crêem nEle). Qual o motivo de um demônio não obedecer a ordem de sair no nome de Jesus?
    Tenho visto pessoas inseguras para expulsar demônios ou até imporem as mãos sobre os enfermos pelo fato de nos últimos 5 dias não estarem em “comunhão com Deus”, ou seja, porque cairam em algum pecado ou algo semelhante.
    Mas vejo o Senhor ser muito categórico nessa afirmação e não colocar nenhum empencilho para que ela possa ser executada, ou seja, “no Meu Nome” e não no seu, os demônios serão expulsos (pela fé). Mt 28 “Toda autoridade me foi dada no céu e na terra… portanto vão…”
    A Palavra diz que “Cristo vive em mim” e “aquele que está em mim é maior que o que está no mundo” e que Ele me deu autoridade “para pisar serpentes e escorpiões e toda força do inimigo…”. Ele está comigo e em mim até nas quedas, pois (“aquele que vem a mim, eu jamais o lançarei fora…”)
    Portanto não me parece ser uma autoridade concedida por uma “performance de santidade e comunhão”, mas sim pelo que foi conquistado na Cruz do Calvário, não por mim, mas por Cristo.
    Lembrando que o texto citado nessa lição, (Atos 19.13-16), fala que alguns “judeus”, ou seja, o texto não fala que alguns crentes em Cristo tentaram expulsar o demônio, e sim que ele ( o espírito imundo) sabia quem era Paulo (um Crente em Jesus Cristo) e quem era o próprio Cristo (nosso Senhor), mas não sabia quem eram “aqueles judeus”.
    Eu gostaria muito de receber uma resposta sua, tanto para ter uma orientação doutrinária, quanto (principalmente) por ver irmãos em Cristo vivendo em constante culpa e incredulidade por não apresentarem diante de Deus uma “vida exemplar” e “politicamente correta”, o que os tira da condição de poderem exercer sinais em nome de Cristo.

    Um grande abraço, e que Deus te use cada dia mais.

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    • Olá, Flávia!
      Muito obrigado pelas suas ponderações. A construção de um conhecimento sadio também se dá por meio do diálogo.
      As duas citações do texto em questão que você fez, a primeira um princípio em destaque e a segunda uma conclusão do desenvolvimento desse princípio, estão amparadas pelo contexto desse desenvolvimento e por um texto bíblico base. Sendo assim, não podem ser simplesmente destacadas do contexto, pois, assim, perdem sua base sustentatória e força.
      Suas considerações me parecem razoáveis, mas gostaria de destacar o seguinte. Você disse: “não consigo encontrar base bíblica (na Nova Aliança) para situações em que alguém esteja endemoninhado e eu necessite estar em jejum para expulsar o demônio”. Como, então, você lê a base bíblica usada para a afirmação e desenvolvimento do ponto em questão, qual seja, “essa espécie só sai pela oração e pelo jejum” (Marcos 9.29)? Não estaria querendo dizer esse texto que, em alguns casos, talvez pelo maior poder espiritual dos espíritos malignos envolvidos, é necessário se ter maior autoridade espiritual para se realizar a obra de libertação, o que seria provido pelo jejum e pela oração?
      Outra coisa. É verdade que o texto de Atos 19.13-16, usado no desenvolvimento do ponto em questão, não trata, necessariamente, de crentes, mas, sim, de judeus. Mas não estaria esse texto nos ensinando, em conjunto com o primeiro, que, para a obra de libertação de uma pessoa, ou mesmo a obra do Reino de Deus, o nome de Jesus é, sim, suficiente, mas também é relevante e participativo o estado espiritual da pessoa que o irá usar? Lembre-se de que os discípulos de Jesus, apesar de serem discípulos, não conseguiram expulsar o espírito maligno, fato que, certamente, por razões diversas, se repete nos dias de hoje.
      Outra coisa. Não há dúvida quanto ao fato de o Espírito Santo permanecer conosco quando caímos. Mas também é um fato que, quando caímos, provocamos interferência em nossa comunhão com Deus, como está escrito em Isaías 59.2, por exemplo. Assim, certamente, temos também nossa autoridade espiritual enfraquecida, já que uma questão está ligada à outra.
      Bem, essas foram apenas algumas considerações. Aguardo as suas.
      Abraço,
      Samyr

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  3. RFPrAc disse:

    Boa tarde Pr.,

    Eu havia escrito que “não consigo encontrar base bíblica (na Nova Aliança) para situações em que alguém esteja endemoninhado e eu necessite estar em jejum para expulsar o demônio”, e você contra-argumentou com a seguinte pergunta “Como, então, você lê a base bíblica usada para a afirmação e desenvolvimento do ponto em questão, qual seja, “essa espécie só sai pela oração e pelo jejum” (Marcos 9.29)?””.
    Bem, essa base bíblica (Mc 9:29) se encontra na antiga aliança, pois bem sabemos que o Senhor ainda não havia sido crucificado e portanto os discípulos não haviam recebido até então os “benefícios” do preço pago na cruz como por exemplo o que o próprio Senhor disse (após ter ressuscitado) em Atos 1:8 “Mas receberão poder quando o Espírito Santo descer sobre vocês…”, o que se deu dias depois em Atos 2:2 no dia de Pentecostes.
    Sabemos que Jesus operava sinais e milagres pelo fato de ter sido ungido com o Espírito Santo (Isaías 61) , até porque antes disso (no batismo, por volta dos seus 30 anos) ele não havia iniciado seu ministrério, no que diz respeito a sinais e maravilhas.
    O que quero dizer com isso é que o que conferiu poder e autoridade aos discípulos não foi jejum e oração (nessa condição de Nova Aliança), e sim o derramamento do Espírito sobre eles, ou seja, essa nova aliança onde o próprio Cristo habita naqueles que nEle crêem. Daí as palavras de Jesus (após ter ressuscitado) em Marcos 16:17 onde expulsar demônios faz parte dos sinais que acompanham aqueles que nEle (crêem).
    Portanto, se eu me aproprio pela fé dessas palavras do próprio Senhor (que são minha garantia) dizendo que me foi concedido poder ao ser derramado sobre mim o Espírito, e na outra passagem que expulsar demônios é um sinal que me acompanha, por qual motivo então algumas castas de demônios só sairiam por meio de jejum? Houve alguma situação em que Jesus deixou de expulsar algum demônio? Houve alguma vez na Nova Aliança em que algum discípulo deixou de fazê-lo por não estar em jejum e oração?
    No Novo Testamento lemos inúmeras vezes a respeito da autoridade e poder que nos foram concedidos por Jesus por meio do Seu (suficiente) sacrifício na cruz como 1Jo 2:20, em que nós temos “a Unção que procede do Santo”.
    Entendo a importância do jejum e da oração na vida dos crentes, mas nesse caso, me parece a intenção de acrescentar o que foi conquistado na cruz (por Ele).
    Em Mateus 10:1 está escrito que Jesus concedeu autoridade aos 12 para expulsar demônios, mas pelo visto não era (e isso deve ser um assunto muito complexo, havendo a necessidade de um estudo aprofundado) uma autoridade completa e acompanhada de poder, como o que nos é revelado na Nova Aliança, pois eles ainda não eram nascidos do Espírito, nova criatura, povo santo exclusivo de Deus etc…
    Portanto o meu questionamento segue a respeito de uma base bíblica na Nova Aliança para eu ter que estar em jejum e oração para expulsar um demônio.
    Concordo com você com o fato do pecado interferir em nossa comunhão com Deus, até porque uma das consequências de nossas “quedas” constantes é que elas começam a gerar incredulidade no nosso coração, mas não concordo quando você diz que nossa autoridade espiritual é enfraquecida. Continuo com o argumento de que minha autoridade espiritual (sou santo e filho de Deus) está baseada no que Cristo fez por mim, e não pelo que eu alcancei diante dEle. Assim como a salvação. Não estou mais salvo do que ontem nem menos do que amanhã, por causa dos meus pecados ou pelo o que conquistei, mas sim pela obra suficiente dEle na cruz, a partir da qual fui justificado e estou em paz com Deus.

    Grande abraço pra voçê, e que a Paz seja contigo.

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  4. Agradeço a explicação plausivas do questionamento. Como vocês podem me ajudar com libertação de espiritos?

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  5. P.M. A. disse:

    o prezado pastor poderia averiguar um video ou dois sobre possessão demoniaca em Crentes na atualidade?
    Andrew Strom – Kundalini Warning – Falses Spirits invaden the church ..Documentario Chocante.
    Enganos do Fim no Cana Crer e Obedecer do Site de videos Youtube.

    Parece ser uma pandemia de espíritos obssessores e possessores dentro de diversas igrejas no brasil e no mundo.

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  6. Maurício disse:

    Eu preciso de ajuda. Tenho uma pessoa que não crê em Deus e tem pomba giras consigo e vários demônios, como o que o faz querer suicídio, ficar perturbado mentalmente, perder a vontade de cuidar de seu próprio corpo, desde a infância. Como não crê na existência de Deus, como essa pessoa pode ser liberta? o que eu posso fazer? é meu amigo, porém, me evita, de repente quer me ver, de repente não quer. Não sei o que faço!!! Ajude-me!!

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    • Oi, Maurício!
      Em que cidade você está? A princípio, minha sugestão é que você procure por uma igreja evangélica e peça ajuda a um pastor. Se você me disser a cidade em que está poderei te dar sugestões.
      Abraços,
      Samyr

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