A Prática da Presença das Pessoas, Mike Mason

Terminei de ler hoje o livro A Prática da Presenças das Pessoas, de Mike Mason, publicado pela Editora Palavra. Trata-se de um livro que fala sobre o amor ao próximo, sobre como se relacionar com as pessoas. A tese do autor é que o relacionamento com as pessoas deve se dar em uma dinâmica semelhante à do relacionamento com Deus. Se devo buscar a Deus, também devo buscar às pessoas. Se devo falar e ouvir a Deus, também devo falar e ouvir às pessoas. Se devo separar na minha agenda um período para estar com Deus, também devo separar em minha agenda um período para estar com as pessoas. Se amar a Deus é o primeiro mandamento, amar ao próximo é o segundo e, de acordo com Jesus, primeiro e segundo são semelhantes. Além disso, o apóstolo João ensinou que o amor a Deus é demonstrado pelo amor ao próximo. A face de Deus está concretizada na face do próximo, como nos ensinou também Madre Teresa de Calcutá. Recomendo o livro para aqueles que querem aprender a se relacionar melhor com as pessoas.

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Amizades X Fraquezas

“Nossa conexão com as pessoas acontece através das fraquezas e não de nossas qualidades”.

Mike Mason, em A prática da presença das pessoas, à página 225

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Espiritualidade X Amizade

“A qualidade de nossa vida espiritual pode ser medida pela qualidade de nossas amizades”.

Mike Mason, em A prática da presença das pessoas, à página 221

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Obediência

Ordens recebidas são testes de obediência.

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Solução para problemas interpessoais

“Quando os problemas com as pessoas ocorrem, posso questionar: do que preciso abrir mão para que este relacionamento seja bem-sucedido?”.

Mike Mason, em A prática da presença das pessoas, à página 202

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A medida do amor

“Não se satisfaça em amar as pessoas apenas com sua mente. Ame-as até que se sintam amadas”.

Mike Mason, em A prática da presença das pessoas, à página 185

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Confissão X Cura

O constrangimento da confissão é o amargo do remédio que cura.

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Relacionamentos X Santidade

“Nosso relacionamento com as pessoas é um teste para nossa santidade”.

Mike Mason, em A prática da presença das pessoas, à página 157

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O Princípio da Confissão

Introdução:

Comumente, na passagem de um ano para outro, as pessoas trocam votos de saúde, paz e prosperidade. Há uma música característica desse período, que diz: “Adeus ano velhos, feliz ano novo. Que tudo se realize no ano que vai nascer. Muito dinheiro no bolso, saúde pra dar e vender”. Entretanto, começam e terminam os anos, e essas coisas parecem permanecer com o status de desejos de réveillon, não se tornando realidade, até mesmo nas vidas de muitos dos filhos de Deus. Será por que os desejos não foram devidamente intensos? As orações não foram corretamente feitas? O que tem dado errado? Por que muitos de nós não alcançam uma vida saudável, em paz e abençoada?

Uma pessoa abençoada pode ser comparada a um rio. Pense em um rio e responda: como seria um rio feliz? Certamente, as respostas passarão pelas seguintes palavras: um rio limpo, com águas abundantes e correntes, cheio de peixes e outros seres vivos, com muitas árvores floridas às suas margens. Essa é a pessoa saudável e abençoada. Agora, pense no contrário: como seria um rio triste? Para obter a resposta, basta buscar os antônimos das palavras anteriores: um rio poluído, com água escassa e parada, peixes mortos e poucos seres vivos, margens desmatadas e leito assoreado. Essa é uma imagem da pessoa enferma e amaldiçoada.

Como tornar um rio triste em feliz? Como transformar uma pessoa enferma e amaldiçoada em saudável e abençoada? Ambas as respostas tem a ver com limpeza. A primeira com purificação das águas. A segunda com tratamento do espírito.

Desenvolvimento:

Para tratarmos o nosso espírito, de modo a sermos saudáveis e abençoados, a aplicação de um precioso princípio é necessária. Trata-se do princípio da confissão.

Texto-base: Salmo 32.1-5

O que torna a vida de uma pessoa enferma e amaldiçoada é o pecado. Contudo, não apenas os pecados cometidos, mas, especialmente, os cometidos e não-confessados. Pecados não-confessados são como lixo e terra no leito de um rio. Tornam as águas poluídas, escassas e sem vida.  Geram morte, enfermidade e maldição.

Assim como a solução para um rio poluído é o tratamento, a solução para uma vida enferma e amaldiçoada é a confissão.

1.     O que é?

  • O que é confessar? Confessar é declarar a verdade acerca de determinado fato ou situação a alguém. A confissão, no contexto bíblico, então, é o reconhecimento e a verbalização de pecados cometidos;
  • O que é pecado? Em 1João 3.4, está escrito: “Todo aquele que pratica o pecado transgride a Lei; de fato, o pecado é a transgressão da Lei”. Pecado é a transgressão voluntária da vontade de Deus, a qual, segundo Romanos 6.23, tem como conseqüência a morte espiritual, ou seja, a quebra da comunhão com Deus;
  • Confessar é declarar, verbalizar, ou seja, falar de maneira audível acerca do pecado que foi cometido;
  • A confissão é antecedida pelo reconhecimento do pecado. Um pecado só é confessado quando aquele que o cometeu o reconhece como tal. Nesse processo, há uma ação do Espírito Santo. A Bíblia diz que ele é quem nos convence do pecado (Jo 16.7,8);
  • A confissão de um pecado pode e deve ser feita assim que se tem consciência dele, ou seja, não é necessário se esperar um tempo após o cometimento do pecado para confessá-lo;
  • A confissão de um pecado é um ato de fé, ou seja, mesmo que você não se sinta perdoado, creia que você o foi.

 2.     Como fazer?

Quanto à pessoa que confessa, a confissão pode ser:

  • Individual: Nesse caso, o verbo é usado na primeira pessoa do singular. Davi, após ter sido confrontado quanto ao seu pecado pelo profetas Natã, disse: “Pequei contra o Senhor” (2Sm 12.13);
  • Coletiva: Nesse caso, o verbo é usado na primeira pessoa do plural. Em Neemias 1.6, está escrito: “Confesso o pecado que nós, os israelitas, temos cometido contra ti. Sim, eu e o meu povo temos pecado”.

Quanto aos pecados, a confissão pode ser:

  • Por pecados próprios;
  • Por pecados de terceiros;
  • Em Neemias 9.2, está escrito: “Os que eram de ascendência israelita tinham se separado de todos os estrangeiros. Levantaram-se nos seus lugares, confessaram os seus pecados e a maldade dos seus antepassados”.

Quanto à pessoa que ouve, a confissão pode ser:

  • A Deus: Em Esdras 10.11, está escrito: “Agora, confessem o seu pecado ao Senhor, os Deus dos seus antepassados”;
  • A pessoas: Em Tiago 5.16, está escrito: “Portanto, confessem os seus pecados uns pelos outros e orem uns pelos outros”. Recomenda-se que essa confissão seja feita a alguém que tenha maturidade e autoridade para ajudar o confessor a lidar com o seu pecado;
  • O constrangimento da confissão a uma pessoa é o remédio amargo que gera a cura.

3.     Quais os benefícios?

  • Em 1João 1.9, está escrito que o resultado da confissão de um pecado é o perdão e a purificação do confessor. O perdão lida com a culpa pelo pecado. A purificação lida com a quebra da comunhão com Deus provocada pela sujeira do pecado (Deus é santo e não comunga com o pecado; cf. Is 59.2);
  • Comentário sobre 1João 1.5-10: Andar na luz é ter a confissão de pecados como estilo de vida, e não andar em “santidade plena e perfeita”. Andar em trevas é esconder de Deus e dos outros os pecados cometidos e não simplesmente cometer pecados. “Santo não é quem nunca se suja, mas quem sempre se lava” (Ivênio dos Santos, Santidade ao seu alcance);
  • Em Tiago 5.16, está escrito que o resultado da confissão de um pecado a uma pessoa é a cura do confessor mediante a oração daquele que ouviu. A confissão de pecados a uma pessoa, na verdade, é um ato de prestação de contas e de submissão à autoridade. Isso gera um grande poder para que o confessor fique livre do pecado.

Conclusão:

Se você deseja um 2012 de paz, saúde e prosperidade, comece-o praticando o princípio da confissão. A Bíblia diz, em Provérbios 28.13: “Quem esconde os seus pecados não prospera, mas quem os confessa e os abandona encontra misericórdia”. Permita que a misericórdia de Deus o alcance, perdoando, purificando e curando-o de seus pecados. Não há outro caminho para uma vida abençoada!

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Os números de 2011

Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2011 deste blog.

Aqui está um resumo:

A sala de concertos da Ópera de Sydney tem uma capacidade de 2.700 pessoas. Este blog foi visitado cerca de 38.000 vezes em 2011. Se fosse a sala de concertos, eram precisos 14 concertos egostados para sentar essas pessoas todas.

Clique aqui para ver o relatório completo

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